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humor 04

Uma velha solteirona ligou para o escritório de advocacia e pediu que mandassem um advogado até sua casa para ajudá-la a fazer o seu testamento.

Então um dos advogados foi até a casa dela…

— Por favor, me diga quais são os seus bens e como gostaria que eles fossem distribuídos depois de sua morte…

A velha respondeu:

— Esta casa é alugada e estes móveis velhos não valem praticamente nada… A única coisa que tenho de valor são um milhão de reais na minha poupança.

— OK — disse o advogado, anotando tudo — E como a senhora gostaria que este dinheiro fosse distribuído?

— Olha, moço… Eu sempre vivi muito isolada… Ninguém da minha família nunca me deu bola, tanto que nem ficaram sabendo quando eu ganhei na loteria…

— Certo… Então a senhora quer colocar quem no testamento? Alguma amiga? Ou…

— Não! Eu não quero deixar nada pra ninguém! Quero gastar 900 mil reais no meu velório! Assim acho que finalmente alguém vai me notar…

— Puxa! — exclamou o advogado — Com esse dinheiro todo gasto em um velório com certeza você vai ser notícia! Mas e os outros 100 mil?

— Bom, eu nunca casei, nunca tive namorados… Nunca estive com um homem antes… Então queria que vocês usassem esse dinheiro para conseguir um homem para dormir comigo!

— Esse é um pedido bastante incomum! — respondeu o advogado — Mas veremos o que podemos fazer…

E foi embora.

Em casa o advogado contou o ocorrido para a esposa e, como eles estavam precisando de dinheiro, ela sugeriu que ele mesmo fosse dormir com a solteirona para faturar essa grana.

Como a esposa sabia que seria um encontro de apenas uma hora, resolveu ir junto e ficou esperando no carro.

Uma hora depois, nada. Outra hora e nada. Depois de umas 3 horas ela começou a ficar irritada e tocar insistentemente a buzina.

Rapidamente o marido dela apareceu pelado na janela da sala e disse:

— Benzinho! Volte pra me buscar só amanhã cedo. É que a senhora aqui decidiu deixar o enterro dela pra prefeitura mesmo fazer!

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so rindo

COMPUTADOR ou COMPUTADORA , do sexo FEMININO ???

Conversando com meu amigo boliviano, sujeito muito inteligente e
perspicaz, fiz-lhe uma pergunta:
– Por que “computador” em espanhol é feminino, ou seja, “computadora”?
Ao que ele me respondeu categoricamente:
– É porque está comprovado que os computadores são do sexo feminino mesmo,sem qualquer sombra de dúvidas.
Aí eu pedi:
– Cite uma razão.

Ele me deu várias… Eis aqui algumas razões que atestam, cientificamente, que os computadores são fêmeas:

1) Assim que se arranja um, aparece outro melhor na esquina.
2) Ninguém, além do criador, é capaz de entender a sua lógica interna.
3) Mesmo os menores errinhos que você comete são guardados na memória para futura referência.
4) A linguagem nativa usada na comunicação entre computadores é incompreensível para qualquer outra espécie.
5) A mensagem “bad command or file name” é tão informativa quanto digamos,”se você não sabe porque estou com raiva, não sou eu quem vai explicar!!!!!” (essa é ótima!).
6) Assim que você opta por um computador, qualquer que seja, logo você estará gastando tudo o que ganha com acessórios para ele. (perfeito!!)
7) O computador processa informações com muita rapidez, mas não pensa.
8) O computador do seu amigo, vizinho, ou do seu escritório sempre é melhor do que o que você tem em casa.
9) O computador não faz absolutamente nada sozinho, a não ser que você dê o comando.
10) O computador sempre trava na melhor hora.Será que alguém ainda tem alguma dúvida que o computador é de sexo feminino?

humor 6

at Naquela Igreja Chique, . . .
Naquela igreja chique, daquele bairro chique, daquela próspera cidade do interior, aquela dona chique vai se confessar:

  • Padre, eu pequei. O senhor me conhece, sabe que nunca traí o meu marido. Acontece que apareceu aqui na cidade um homão lá da capital, um pedaço de mau caminho. . . O senhor sabe, né? A carne é fraca. . .

O padre passa-lhe um sermão e como penitência manda que ela deixe uma oferta de duzentos reais para as obras da igreja.

Logo depois, uma outra madame vem com a mesma história a respeito do tal galã da capital. Novo sermão e a penitência sobe para quinhentos reais de contribuição para as obras da igreja.

E nos dias seguintes foi uma verdadeira romaria no confessionário, sempre com mulheres que haviam chifrado os maridos com o forasteiro bonitão. E o padre dando penitência. . . E o valor subindo. . .

Naquela tarde, o padre já ia dizendo à pessoa que acabara de ajoelhar-se no confessionário:

  • Pode falar, minha filha: Cometeu adultério como o tal garanhão. . .

  • Não! O garanhão sou eu! – Uma voz masculina o interrompe.

  • Ah! Resolveu confessar os seus pecados, não é?

  • Não, senhor! Vim avisá-lo que se quiser terminar a reforma da igreja, terá que me dar 50% do valor das penitências, senão eu mudo de paróquia.

humor 4

O babaca

O sujeito viajava pelo interior de Minas e passava por uma estradinha de terra para chegar a um pequeno arraial meio perdido no cerrado lá pelos cafundós onde o Judas perdeu as botas. De repente lá pelas tantas, quase anoitecendo, seu carro estraga. Por sorte, não muito distante dali havia uma pequena cabana feita de pau a pique e barro batido de um caipira daquelas paragens. Como chovia muito o recurso foi pedir ajuda ao matuto que muito prontamente lhe atendeu.

O sujeito lhe ofereceu uma pinga para tirar a friagem do peito e um pedaço de mandioca cozida com torresmo de panela, pois não tinha mais nada para comer na casa.

Com aquela chuvinha fininha caindo, lamparina de querosene acesa num canto, umas goteirinhas aqui e acolá que vazavam água da chuva pelo teto de sapé, a escuridão foi chegando. De repente um vaca empurrou a janela, arrebentando a tramela e botou a cabeça para dentro de casa. O caipira que fumava seu cigarrinho de palha, sentado no banquinho do outro lado jogou a botina na cabeça dela e gritou com ela:

– Sai pra lá, Chimbica!!!

A vaca foi embora o visitante teve que fechar a janela porque “o da roça” nem se mexeu. Daí há pouco a porta se abriu num estalido e entrou um cabritinha berrando e toda molhada perto do seu dono que deu-lhe um tapa no focinho gritando:

– Sai daqui, Chiquita!!!

Enquanto a porta ainda estava aberta entrou uma cachorrinha toda molhadinha, coitada. O capiau falou bravo com ela:

– Vai pro seu canto, Ninica, e vê se fica quieta que nóis já vai dormir!

Aí do doono do casebre virou-se para o viajante e falou

– Óia, moço. Aqui só tem uma cama no meu quatinho e tem um colchão de paia sobrano que o senhô pode botar aqui por perto do fogão. Mas, ta goterando muito por aqui. Se o senhô preferi pode dormi lá no paiol com a Bibica por cima das paias, que lá num gotera não.

O viajante pensou bem e decidiu ficar por ali mesmo. Essa tal de Bibica deve ser uma porca ou então uma outra vaca, pensou ele. E, então falou para o seu anfitrião:

– Fico por aqui mesmo se o amigo não se importar. Ta mais quentinho. Se não lhe incomodar?

– Incômodo nenhum, moço. Ocê é qui sabe! Eu acho que a Bibica é qui ia gostá muito, mais se ocê num que, num queira.

E todos foram dormir enquanto a chuva caia fina lá fora, até quase o dia raia. No dia seguinte antes do sol nascer o viajante acordou com uma voz feminina do seu lado lhe chamando

– Ô moço, ô moço,… acorda sô moço. Acorda pro sinhô toma café com gente.

Foi aí que ele abriu os olhos e viu um belíssima garota ajoelhada do seu lado lhe tocando com um toque todo carinhoso. Ele se assustou um pouco e perguntou.

– Quem é você?

– Eu sou a Bibica, trabaio aqui com o seu Quim. E você quem é

– Eu sou o Babaca!

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